HÁ OUTRA DIMENSÃO PARA O AMOR ALCANÇAR?
Amor, meu amor por você é eterno. Mas sei que não sou eterno e, um dia, meu corpo será entregue ao destino final, e dissolvido na natureza, findando o ser e a existência. Se tornará novamente o nada originário.
Ciente disso, sei que comigo o amor que sinto por você não me deixará enquanto houver sopro de vida em mim. Se realmente a alma for inextinguível, nela se conservará para sempre todo sentimento que cultivei por você.
A de vir o dia que nem eu nem você estaremos mais aqui, e sinceramente isso pouco me importa. Não quero reconhecimento de estranhos, das pessoas alheias a nós. Anseio sobretudo pela fidelidade de tudo que sentimos e compartilhamos um com o outro. Fidelidade ao nosso coração, à nossa carne e à nossa alma, ao juramento de vida e existência que fizemos um ao outro, de nos amar e sermos uma só carne e um só coração.
Nada contra as pessoas consideradas ilustres e herois. Contudo, considero que minha virtude a alcançar é conservar, enquanto existirmos neste mundo, tudo que prometemos um ao outro. Isso sim é um ato de heroísmo. Não pretendo que os outros façam para mim monumentos e placas comemorativas. Nada disso me comove, e de nada dessa existência me apego. Minha essência não se prende a isso, a nada que seja transitório. Ela se prende a uma outra lógica de vida e visão da realidade. Disso tudo, onde se cabe o amor?
O amor é maior que a morte como dito num livro antigo. Essa chama eterna que não se dissolverá na natureza. Nessa dimensão tudo passa, se corrompe e se esvai . Aqui tudo se desmorona e termina. E o amor? Isso penso que se tiver algo após essa existência material, irá nos seguir para a outra dimensão, de reencarnação, ressurreição, renascimento em outro plano ou outra realidade qualquer de eternidade. Se isso for real, irei transportar comigo a essência de nosso amor. Mas, creio que tudo termina aqui com a nossa vida, inclusive a eternidade se dissolverá com a nossa matéria.
Ciente disso, sei que comigo o amor que sinto por você não me deixará enquanto houver sopro de vida em mim. Se realmente a alma for inextinguível, nela se conservará para sempre todo sentimento que cultivei por você.
A de vir o dia que nem eu nem você estaremos mais aqui, e sinceramente isso pouco me importa. Não quero reconhecimento de estranhos, das pessoas alheias a nós. Anseio sobretudo pela fidelidade de tudo que sentimos e compartilhamos um com o outro. Fidelidade ao nosso coração, à nossa carne e à nossa alma, ao juramento de vida e existência que fizemos um ao outro, de nos amar e sermos uma só carne e um só coração.
Nada contra as pessoas consideradas ilustres e herois. Contudo, considero que minha virtude a alcançar é conservar, enquanto existirmos neste mundo, tudo que prometemos um ao outro. Isso sim é um ato de heroísmo. Não pretendo que os outros façam para mim monumentos e placas comemorativas. Nada disso me comove, e de nada dessa existência me apego. Minha essência não se prende a isso, a nada que seja transitório. Ela se prende a uma outra lógica de vida e visão da realidade. Disso tudo, onde se cabe o amor?
O amor é maior que a morte como dito num livro antigo. Essa chama eterna que não se dissolverá na natureza. Nessa dimensão tudo passa, se corrompe e se esvai . Aqui tudo se desmorona e termina. E o amor? Isso penso que se tiver algo após essa existência material, irá nos seguir para a outra dimensão, de reencarnação, ressurreição, renascimento em outro plano ou outra realidade qualquer de eternidade. Se isso for real, irei transportar comigo a essência de nosso amor. Mas, creio que tudo termina aqui com a nossa vida, inclusive a eternidade se dissolverá com a nossa matéria.
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